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"as mais belas verdades do mundo servem aos que a

 

possuem apenas quando se tornaram uma

 

experiência interior original"

C. G. JUNG

APRESENTAÇÃO

O psicólogo, psicoterapeuta e analista junguiano, Denis Canal Mendes, atende em consultório particular adultos e adolescentes há mais de 20 anos, acolhendo, especialmente, pessoas que em algum momento vivenciaram uma crise emocional.
 

Com experiência em Saúde Mental, tem uma visão ampliada da concepção de sofrimento psíquico, considerando a integração bio-psico-social no seu trabalho analítico.

Tem como orientação teórica a psicologia junguiana, que possibilita a utilização de técnicas expressivas como recurso terapêutico. Faz da interpretação dos sonhos, da pintura e do trabalho com imagens do inconsciente, a possibilidade potencial da realização criativa. No contexto de setting terapêutico, sua linha de trabalho considera o ser humano em sua totalidade e não apenas sua patologia, acreditando que "de acordo com cada pessoa, com seu jeito de ser, seu estilo", é que há a possibilidade de transformação interior.

 

PSICOTERAPIA

Considero a psicoterapia um "encontro entre duas pessoas" que buscam, através de um processo dialético de âmbito emocional, um encontro de "alma", uma nova forma de construir um interagir, agir e estar no mundo: a busca de um sentido para a vida.

 

A psicoterapia é um processo pelo qual a pessoa pode tentar ser, na sua legitimidade, ela mesma, considerando a suas potencialidades e lidando com maior tranquilidade com as suas limitações e medos. O processo de cura não é simplesmente excluir um problema ou eliminar uma dificuldade, mas, sim, tomar consciência e saber lidar com ele.

 

Como? Incitando a vida; quer dizer, alimentado a vida com conteúdo, com sentido, coração, emoção e poesia. A Análise Junguiana deve incluir um sentido mais amplo, pois a "alma" é vida e esta a essência do nosso ser. 

"Na busca de sua alma e do sentido de sua vida, o homem descobriu novos caminhos que o levam para sua interioridade (...) assim, em lugar de buscar causas e explicações psicopatológicas às nossas feridas e aos nossos sofrimentos, precisamos (...) amar a nossa alma (...)" 
Leon Bonaventure